sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Feliz Ano Velho!
Até li os demais que escrevi só pra sentir se não estava sendo um tanto repetitiva. Enfim...
Tantas coisas boa e ruins aconteceram em 2011.
Boas e ruins? Depende tanto do ponto de vista.
Indas vindas. Amarguras vividas e superadas.
Fui embora e me despedi e não sabia a dor que causava.
Foi embora e se despediu sabendo do estrago que causava.
Coisas engraçadas: de cabeludo de cavanhaque a grisalho de cara limpa! Tudo isso pra me provar que nada do hoje pode ser como foi ontem e que isso deve ser muito bom.
Amigos fieis e distância dos infieis. Ano de limpeza neste setor também.
Catalão, volta pra São Paulo e muitas visitas a Campinas...
Em tudo me libertei. A cada chão que pisei uma mazela fui deixando.
Se fosse falar de tudo aqui, um Blog seria pouco. Então gostaria de dizer que 2011 foi um dos anos mais felizes e decisivos da minha vida!
Gratidão!
E que venha 2012!
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
O Amor Romântico
Como definir?
O certo e o errado?
Até que ponto se ama de verdade alguém?
Quando se deve lutar e quando se abre mão?
Acaba ou não acaba?
Dizem que não, que quando se ama continua amando, independente de qualquer coisa.
Mesmo com a distância e a partida. Mesmo com o desprezo que causa dor.
Não sei... Mas a ideia aqui é expor minha opinião não é?
Eu acredito no amor e não acho que as pessoas são substituíveis na vida de ninguém.
Já amei tantas vezes de formas diferentes... E mesmo amando minha vida atual, nunca esqueci das páginas anteriores que li, as vezes com saudades e muitas vezes com gratidão.
Vejo as pessoas perderem muito tempo com nada, inclusive eu. Aliás: eu sou a pior.
Já perdi muito tempo me aprisionando com lealdade a quem não merece, dando "minhas perólas aos porcos".
Decidi me amar, virando a página quantas vezes forem necessárias.
É pra isso que servem as experiências, para saber que da próxima vez não será assim. E com certeza: não será!
Não quero mais libertar ninguém, cada um que cuide de si.
A única coisa que quero é me libertar. Não desejo nada a mais que isso.
Porém não deixo de lutar pelo amor. Faço tudo até o fim, pois não quero a sensação de que poderia ter feito mais e não fiz por conta do ego. Amor próprio não tem nada haver com o ego.
Luto ate me esgotar por quem amo. Mas estou descobrindo em mim uma capacidade enorme de desamar.
Isso mesmo! (Cada hora me surpreendo mais comigo mesma)
O meu amor deve ser preservado, nutrido e adorado. Caso contrário: eu mesma mato e não vou nem ao velório!
Ninguém é de ninguém e não se pode perder o que nunca teve...
"Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!"
sábado, 24 de dezembro de 2011
Presente de Natal!
Cada ano que passa menos pessoas me desejam Feliz Natal. Me condiciono a isso...
Num desses um amigo, um grande amigo meu, quando tocaram os sinos da meia-noite resolveu sair sozinha, passear nas ruas próximas de sua casa e reparou no sentido, que para algumas pessoas que ele observava, não havia sentido nenhum. Observou nos carros de funk, as mesas fartas e as roupas novas.
Sentiu o amor no ar, um sentimento sublime de paz e felicidade.
Fiz isso depois, mas ainda assim não fico bem. Parece que algum ente querido faleceu e sinto falta deste.
Hoje em especial, uma cliente, risonha como eu, mesmo sorrindo estava triste, pois estava sem o seu marido que falecera têm uns dois anos. A tristeza dela eu entendo, mas a minha não...
Já fiz coisas divertidas no Natal. Viajei com amigos achando que esta sensação era por conta de me isolar e alimentar a solidão num momento em que todos querem estar com quem amam. Ainda assim não me senti bem. Não consigo entender isso.
Mas tudo bem, não deixo de fazer meus pedidos para o Menino que nasce. E ele sempre me atende, pelo menos neste ano pude perceber isso. Portanto vou me concentrar bem e fazer um pedido muito especial e tenho certeza que sou merecedora. Ah se tenho!!!
Mas o que me consola é que tenho essa sensação, de sentir falta de um ente querido que nem sei quem é (loucura total!!!), mas não sinto falta de ninguém que está vivo.
E neste Natal ganhei um grande presente! Muito especial. Não só descobri o nome do autor, mas encontrei o texto inteiro! É. Foi feito pra mim!!!
“Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou de sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa.
Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera.
Estranho e que ela já apanhou demais da vida. Essa moça tem relacionamentos estranhos, acho que ela está condicionada a ser uma pessoa substituta. E quem não é?
A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas?
A moça…ela muito amou, ama, amará, e muito se machuca também. Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar.
Às vezes esse alguém aparece, outras vezes, não. E pra ela? Por quem ela espera?
E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará.
A moça – que não era Capitu, mas também têm olhos de ressaca – levanta e segue em frente.
Não por ser forte, e sim pelo contrário… Por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.”
Na verdade foram dois presentes. A sensação deliciosa de algo novo e muito especial está surgindo, já dando o ar da graça. O link abaixo explica um pouco.FELIZ NATAL!
http://letras.terra.com.br/paula-fernandes/1497074/
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Verso e Reverso
Nada demais aconteceu. Nenhum ruído humano querendo me provar o contrário. O contrário do que estava sentindo: falta de sentido... de viver.O orgulho de mim mesma me faz viver.
A satisfação de ser politicamente corretamente, leal e fiel aos meus principios. O respeito aos princiios aheios. O fato de manter a palavra até o fim de minhas promessas que afetam o externo de mim e a correção imediata auxiliada com minha falta de radicalismo com o mundo.
Ogulho de saber que erro e vou continuar errando para que assim aprenda cada vez mais.
O assumir de que nada sei e nem nunca saberei, mas que um dia quis saber (lendo os astros... prepotência pura... rsrsrs).
Uma fresta de alto perdão. Uma pequena fresta de paz deu o ar da graça.
Ufa!
Não sou bipolar, nem Poliana, apenas um novo sentido surgiu.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Ah! O meu "DESASSOSSEGO"...
"Saudades! Tenho-as até do que me não foi nada, por uma angústia de fuga do tempo e uma doença do mistério da vida. Caras que via habitualmente nas minhas ruas habituais - se deixo de vê-las entristeço; e não me foram nada, a não ser o símbolo de toda a vida."
"Quanto mais alta a sensibilidade, e mais sutil a capacidade de sentir, tanto mais absurdamente vibra e estremece com as pequenas coisas. É preciso uma prodigiosa inteligência para ter angústia ante um dia escuro. A humanidade, que é pouco sensível, não se angustia com o tempo, porque faz sempre tempo; não sente a chuva senão quando lhe cai em cima."
"Uma inquietação enorme fazia-me estremecer os gestos mínimos. Tive receio de endoidecer, não de loucura, mas de ali mesmo. O meu corpo era um grito latente. O meu coração batia como se falasse."
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Aniversário de Mãe!
Neste ano comprei o bolo para que ela comemorasse do jeito que quisesse.
A principio iria sair com as amigas, com um vestido novo, mas decidiu ficar em casa, chamar meus irmãos e os netos.
Nem sempre encontrar com a familia, principalmente com a minha, pode ser um bom negócio e no aniversário da minha mãe não seria diferente.
Bem, tive que sair pra que não acabasse (de novo) em agressão fisica.
Queria de verdade voltar ao passado, e que o meus irmãos se preocupassem com a minha presença nesta Terra na época em que eu passei fome. Talvez assim o fato deles me agredirem hoje não me magoaria tanto.
A vida não tem sido generosa comigo. Ela me dá a oportunidade de comprar o bolo, mas nem sempre tenho direito à minha fatia.
Me dá coisas maravilhosas e depois me tira com gargalhada dizendo: "te enganei!".
Aproveitei a oportunidade e fui ver meu pai, que fazia tempo que não via. Demos boas risadas com jargões do passado.
Mas aqui estou, vou comer o bolo e dormir.
PS.: Não sou pessimista, é só uma fase terrivel da minha vida, que vai passar. Ah se vai!
domingo, 11 de dezembro de 2011
Saber viver...
Até quando se deve lutar por quem se ama? Pelas saudades que não serão recompensadas? Acho que até perceber que de tanto lutar o amor próprio se perde, como areia escorregando por entre os dedos.
Quero muito o poder de dizer "CHEGA!" e conseguir cumprir esta promessa.
Hoje, fazendo uma faxina, encontrei algo muito valioso: um email que mandei para um amigo.
Era o que precisava ler e acho (nem sei) que com esse recadinho da vida, posso acalmar o coração e parar de vegetar. Começar a viver um tanto mais, buscando o que realmente me quer e o que quero. Parar de ficar sofrendo por algo que nem sei se vale a pena.
Bem, eis o email:
"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!"
Charles Chaplin
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
O que importa é o desfecho da cena. Ela termina em mágoa, tristeza, medo? Ou será que termina em perdão, alegria e coragem? Coragem de pedir perdão... Coragem de ser feliz ao pedir perdão... Tudo é banal diante do amor: Um "S" mal feito; palavras malditas; os erros incontroláveis.... tudo isso é nada.
O que nos faz bem não é falarmos coisas positivas e sim acreditar nestas coisas.
Se arrependimento matasse... ainda assm o amor me ressuscitaria!"
Toninho Silva (meu irmão).
PS.: A gente tenta, e o que vale é tentar... Assim se consegue superar dores e obstáculos.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Moça...
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Por falar em borboletas...

Eu acredito nas pessoas. Mas até quando devo acreditar?
Tento sempre colocar a culpa nas minha espectativas, mas algumas vezes chego a conclusão de que as pessoas estão se desumanizando mais e mais, a cada dia que passa.
O que será que conta mais? Uma viagem pra outro lugar? Um carro zero na garagem? Algum dinheiro no banco?
Ter amizade com quem é do seu nivel social, cultural e o escabal!!!
E as bobrboletas? E aqueles que deixaram de ser simples lagartas por que aprenderam o sentido do respeito e do amor?
Aqueles que são leais e que não abandonam nunca? Transformam as relações, mas nunca as aniquilam.
A vida é linda e ao mesmo tempo engraçada!
As coisas acontecem pra que a gente nunca deixe de acreditar nas pessoas.
Nestes ultimos dias, andei passando por experiências incriveis.
Imagine que alguém que eu confiava muito, mas muito mesmo me deu as costas e outra pessoa que eu achava que tinha me abandonado me estendeu a mão!
Estou triste com uma pessoa e fascinada com a grandeza de outra.
Mas nada supre a decepção. E por que? Por que acredito nas pessoas e no valor que cada uma tem na minha vida.
Ainda bem que tudo passa!
Agora, vou voltar para o meu casulo, para o meu processo de transmutação!
Borboletas...
Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras entidades divinas…
Falo daquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes…
Daquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras, que tecem elogios, agradecem e pedem desculpas com a mesma simplicidade de uma criança…
Pessoas que não precisam fazer jogos para conseguir o que buscam, porque seus desejos são realizados por suas ações e reações, não por seus caprichos…
Pessoas que fazem o bem e se protegem do mal, apenas com um sorriso, uma palavra, um beijo, um abraço, uma oração…
Pessoas que atravessam as ruas, sem medo da Luz que existe nelas, caminham firmes e levantam a cabeça em momentos de puro desespero…
Pessoas que erram mais do que acertam, aprendem mais do que ensinam e vivem mais do que sonham…
Pessoas que cuidam do seu corpo, porque este os acompanhará até o fim.
Não ficam julgando gordos ou magros, negros ou brancos…
Pessoas, simplesmente pessoas, que nem sempre têm certeza de tudo, mas acreditam sempre. Transparentes, amigas, espontâneas, até mesmo ingênuas…
Prefiro acreditar em relacionamentos baseados em confiança, serenidade, humildade e sinceridade…
Prefiro acreditar naqueles encontros, que nos transmitem paz e um pouco de gratidão…
Prefiro acreditar em homens e mulheres, que reverenciam a vida com a mesma intensidade de um grande amor…
Que passam pela Terra e deixam suas marcas, suas lembranças, que deixam saudades e não apenas rastros…
Homens e mulheres que habitam o perfeito universo e a perfeita ordem nele existente…
Homens e mulheres de alma limpa e puros de coração."
Mario Quintana