sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Feliz Ano Velho!
Até li os demais que escrevi só pra sentir se não estava sendo um tanto repetitiva. Enfim...
Tantas coisas boa e ruins aconteceram em 2011.
Boas e ruins? Depende tanto do ponto de vista.
Indas vindas. Amarguras vividas e superadas.
Fui embora e me despedi e não sabia a dor que causava.
Foi embora e se despediu sabendo do estrago que causava.
Coisas engraçadas: de cabeludo de cavanhaque a grisalho de cara limpa! Tudo isso pra me provar que nada do hoje pode ser como foi ontem e que isso deve ser muito bom.
Amigos fieis e distância dos infieis. Ano de limpeza neste setor também.
Catalão, volta pra São Paulo e muitas visitas a Campinas...
Em tudo me libertei. A cada chão que pisei uma mazela fui deixando.
Se fosse falar de tudo aqui, um Blog seria pouco. Então gostaria de dizer que 2011 foi um dos anos mais felizes e decisivos da minha vida!
Gratidão!
E que venha 2012!
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
O Amor Romântico
Como definir?
O certo e o errado?
Até que ponto se ama de verdade alguém?
Quando se deve lutar e quando se abre mão?
Acaba ou não acaba?
Dizem que não, que quando se ama continua amando, independente de qualquer coisa.
Mesmo com a distância e a partida. Mesmo com o desprezo que causa dor.
Não sei... Mas a ideia aqui é expor minha opinião não é?
Eu acredito no amor e não acho que as pessoas são substituíveis na vida de ninguém.
Já amei tantas vezes de formas diferentes... E mesmo amando minha vida atual, nunca esqueci das páginas anteriores que li, as vezes com saudades e muitas vezes com gratidão.
Vejo as pessoas perderem muito tempo com nada, inclusive eu. Aliás: eu sou a pior.
Já perdi muito tempo me aprisionando com lealdade a quem não merece, dando "minhas perólas aos porcos".
Decidi me amar, virando a página quantas vezes forem necessárias.
É pra isso que servem as experiências, para saber que da próxima vez não será assim. E com certeza: não será!
Não quero mais libertar ninguém, cada um que cuide de si.
A única coisa que quero é me libertar. Não desejo nada a mais que isso.
Porém não deixo de lutar pelo amor. Faço tudo até o fim, pois não quero a sensação de que poderia ter feito mais e não fiz por conta do ego. Amor próprio não tem nada haver com o ego.
Luto ate me esgotar por quem amo. Mas estou descobrindo em mim uma capacidade enorme de desamar.
Isso mesmo! (Cada hora me surpreendo mais comigo mesma)
O meu amor deve ser preservado, nutrido e adorado. Caso contrário: eu mesma mato e não vou nem ao velório!
Ninguém é de ninguém e não se pode perder o que nunca teve...
"Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!"
sábado, 24 de dezembro de 2011
Presente de Natal!
Cada ano que passa menos pessoas me desejam Feliz Natal. Me condiciono a isso...
Num desses um amigo, um grande amigo meu, quando tocaram os sinos da meia-noite resolveu sair sozinha, passear nas ruas próximas de sua casa e reparou no sentido, que para algumas pessoas que ele observava, não havia sentido nenhum. Observou nos carros de funk, as mesas fartas e as roupas novas.
Sentiu o amor no ar, um sentimento sublime de paz e felicidade.
Fiz isso depois, mas ainda assim não fico bem. Parece que algum ente querido faleceu e sinto falta deste.
Hoje em especial, uma cliente, risonha como eu, mesmo sorrindo estava triste, pois estava sem o seu marido que falecera têm uns dois anos. A tristeza dela eu entendo, mas a minha não...
Já fiz coisas divertidas no Natal. Viajei com amigos achando que esta sensação era por conta de me isolar e alimentar a solidão num momento em que todos querem estar com quem amam. Ainda assim não me senti bem. Não consigo entender isso.
Mas tudo bem, não deixo de fazer meus pedidos para o Menino que nasce. E ele sempre me atende, pelo menos neste ano pude perceber isso. Portanto vou me concentrar bem e fazer um pedido muito especial e tenho certeza que sou merecedora. Ah se tenho!!!
Mas o que me consola é que tenho essa sensação, de sentir falta de um ente querido que nem sei quem é (loucura total!!!), mas não sinto falta de ninguém que está vivo.
E neste Natal ganhei um grande presente! Muito especial. Não só descobri o nome do autor, mas encontrei o texto inteiro! É. Foi feito pra mim!!!
“Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou de sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa.
Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera.
Estranho e que ela já apanhou demais da vida. Essa moça tem relacionamentos estranhos, acho que ela está condicionada a ser uma pessoa substituta. E quem não é?
A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas?
A moça…ela muito amou, ama, amará, e muito se machuca também. Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar.
Às vezes esse alguém aparece, outras vezes, não. E pra ela? Por quem ela espera?
E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará.
A moça – que não era Capitu, mas também têm olhos de ressaca – levanta e segue em frente.
Não por ser forte, e sim pelo contrário… Por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.”
Na verdade foram dois presentes. A sensação deliciosa de algo novo e muito especial está surgindo, já dando o ar da graça. O link abaixo explica um pouco.FELIZ NATAL!
http://letras.terra.com.br/paula-fernandes/1497074/
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Verso e Reverso
Nada demais aconteceu. Nenhum ruído humano querendo me provar o contrário. O contrário do que estava sentindo: falta de sentido... de viver.O orgulho de mim mesma me faz viver.
A satisfação de ser politicamente corretamente, leal e fiel aos meus principios. O respeito aos princiios aheios. O fato de manter a palavra até o fim de minhas promessas que afetam o externo de mim e a correção imediata auxiliada com minha falta de radicalismo com o mundo.
Ogulho de saber que erro e vou continuar errando para que assim aprenda cada vez mais.
O assumir de que nada sei e nem nunca saberei, mas que um dia quis saber (lendo os astros... prepotência pura... rsrsrs).
Uma fresta de alto perdão. Uma pequena fresta de paz deu o ar da graça.
Ufa!
Não sou bipolar, nem Poliana, apenas um novo sentido surgiu.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Ah! O meu "DESASSOSSEGO"...
"Saudades! Tenho-as até do que me não foi nada, por uma angústia de fuga do tempo e uma doença do mistério da vida. Caras que via habitualmente nas minhas ruas habituais - se deixo de vê-las entristeço; e não me foram nada, a não ser o símbolo de toda a vida."
"Quanto mais alta a sensibilidade, e mais sutil a capacidade de sentir, tanto mais absurdamente vibra e estremece com as pequenas coisas. É preciso uma prodigiosa inteligência para ter angústia ante um dia escuro. A humanidade, que é pouco sensível, não se angustia com o tempo, porque faz sempre tempo; não sente a chuva senão quando lhe cai em cima."
"Uma inquietação enorme fazia-me estremecer os gestos mínimos. Tive receio de endoidecer, não de loucura, mas de ali mesmo. O meu corpo era um grito latente. O meu coração batia como se falasse."
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Aniversário de Mãe!
Neste ano comprei o bolo para que ela comemorasse do jeito que quisesse.
A principio iria sair com as amigas, com um vestido novo, mas decidiu ficar em casa, chamar meus irmãos e os netos.
Nem sempre encontrar com a familia, principalmente com a minha, pode ser um bom negócio e no aniversário da minha mãe não seria diferente.
Bem, tive que sair pra que não acabasse (de novo) em agressão fisica.
Queria de verdade voltar ao passado, e que o meus irmãos se preocupassem com a minha presença nesta Terra na época em que eu passei fome. Talvez assim o fato deles me agredirem hoje não me magoaria tanto.
A vida não tem sido generosa comigo. Ela me dá a oportunidade de comprar o bolo, mas nem sempre tenho direito à minha fatia.
Me dá coisas maravilhosas e depois me tira com gargalhada dizendo: "te enganei!".
Aproveitei a oportunidade e fui ver meu pai, que fazia tempo que não via. Demos boas risadas com jargões do passado.
Mas aqui estou, vou comer o bolo e dormir.
PS.: Não sou pessimista, é só uma fase terrivel da minha vida, que vai passar. Ah se vai!
domingo, 11 de dezembro de 2011
Saber viver...
Até quando se deve lutar por quem se ama? Pelas saudades que não serão recompensadas? Acho que até perceber que de tanto lutar o amor próprio se perde, como areia escorregando por entre os dedos.
Quero muito o poder de dizer "CHEGA!" e conseguir cumprir esta promessa.
Hoje, fazendo uma faxina, encontrei algo muito valioso: um email que mandei para um amigo.
Era o que precisava ler e acho (nem sei) que com esse recadinho da vida, posso acalmar o coração e parar de vegetar. Começar a viver um tanto mais, buscando o que realmente me quer e o que quero. Parar de ficar sofrendo por algo que nem sei se vale a pena.
Bem, eis o email:
"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!"
Charles Chaplin
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
O que importa é o desfecho da cena. Ela termina em mágoa, tristeza, medo? Ou será que termina em perdão, alegria e coragem? Coragem de pedir perdão... Coragem de ser feliz ao pedir perdão... Tudo é banal diante do amor: Um "S" mal feito; palavras malditas; os erros incontroláveis.... tudo isso é nada.
O que nos faz bem não é falarmos coisas positivas e sim acreditar nestas coisas.
Se arrependimento matasse... ainda assm o amor me ressuscitaria!"
Toninho Silva (meu irmão).
PS.: A gente tenta, e o que vale é tentar... Assim se consegue superar dores e obstáculos.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Moça...
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Por falar em borboletas...

Eu acredito nas pessoas. Mas até quando devo acreditar?
Tento sempre colocar a culpa nas minha espectativas, mas algumas vezes chego a conclusão de que as pessoas estão se desumanizando mais e mais, a cada dia que passa.
O que será que conta mais? Uma viagem pra outro lugar? Um carro zero na garagem? Algum dinheiro no banco?
Ter amizade com quem é do seu nivel social, cultural e o escabal!!!
E as bobrboletas? E aqueles que deixaram de ser simples lagartas por que aprenderam o sentido do respeito e do amor?
Aqueles que são leais e que não abandonam nunca? Transformam as relações, mas nunca as aniquilam.
A vida é linda e ao mesmo tempo engraçada!
As coisas acontecem pra que a gente nunca deixe de acreditar nas pessoas.
Nestes ultimos dias, andei passando por experiências incriveis.
Imagine que alguém que eu confiava muito, mas muito mesmo me deu as costas e outra pessoa que eu achava que tinha me abandonado me estendeu a mão!
Estou triste com uma pessoa e fascinada com a grandeza de outra.
Mas nada supre a decepção. E por que? Por que acredito nas pessoas e no valor que cada uma tem na minha vida.
Ainda bem que tudo passa!
Agora, vou voltar para o meu casulo, para o meu processo de transmutação!
Borboletas...
Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras entidades divinas…
Falo daquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes…
Daquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras, que tecem elogios, agradecem e pedem desculpas com a mesma simplicidade de uma criança…
Pessoas que não precisam fazer jogos para conseguir o que buscam, porque seus desejos são realizados por suas ações e reações, não por seus caprichos…
Pessoas que fazem o bem e se protegem do mal, apenas com um sorriso, uma palavra, um beijo, um abraço, uma oração…
Pessoas que atravessam as ruas, sem medo da Luz que existe nelas, caminham firmes e levantam a cabeça em momentos de puro desespero…
Pessoas que erram mais do que acertam, aprendem mais do que ensinam e vivem mais do que sonham…
Pessoas que cuidam do seu corpo, porque este os acompanhará até o fim.
Não ficam julgando gordos ou magros, negros ou brancos…
Pessoas, simplesmente pessoas, que nem sempre têm certeza de tudo, mas acreditam sempre. Transparentes, amigas, espontâneas, até mesmo ingênuas…
Prefiro acreditar em relacionamentos baseados em confiança, serenidade, humildade e sinceridade…
Prefiro acreditar naqueles encontros, que nos transmitem paz e um pouco de gratidão…
Prefiro acreditar em homens e mulheres, que reverenciam a vida com a mesma intensidade de um grande amor…
Que passam pela Terra e deixam suas marcas, suas lembranças, que deixam saudades e não apenas rastros…
Homens e mulheres que habitam o perfeito universo e a perfeita ordem nele existente…
Homens e mulheres de alma limpa e puros de coração."
Mario Quintana
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
E cá estou eu de novo, e bem viva!
Estava há pouco conversando com meu amigo Cassoni. 30 minutos de gargalhadas que me fizeram refletir no banho e té mesmo dar uma choradinha básica.
Não tem sido facil, mas ninguém disse que seria...
Falamos de solidão, de aprender a viver só em cada momento. Esquecer o passado, o futuro e abraçar aquilo pode ser que seja, sem espectativa.
Ele me disse que ficou tanto tempo sozinho e em silêncio que agora tem pouca paciência com as pessoas e que não quer nada de ninguém.
Aprender e aprender a viver só. Já tentei isso tantas vezes, mas vire e mexe estou eu a precisar de alguém. Quase sempre continuo só.
A familia, os homens, sempre me machucam de alguma forma. Seja emocionalmente ou literalmente mesmo. E o que me resta? Esquecer... Perdoar...
Meu lado esquerdo dói e não caleja nunca. Deve ser por isso que a mulher aqui do lado enxuga o braço esquerdo. Qual será o fio do tecido que trará a cura? Talvez o fio do amor próprio..
http://www.youtube.com/watch?v=PMpoxC9swCo
domingo, 9 de outubro de 2011
Sonho
Lençois brancos na cama do quarto e cortinas de cetim nas janelas.
Guarda-roupas enfeitado internamente com vestimentas perfumadas e limpas.
Cozinha colorida com louças, xícaras e talheres de todas as cores.
Comida simples e saborosa.
Na sala, prateleiras de livros, sofá laranja assentando grandes amigos e também os novos.
Violão, poesia, vinho e gargalhadas.
Na garagem carro simples e bicicleta.
Jardim de flores e rainhas orquideas. Ah! Cravos!!! Esses não podem faltar.
Para manteneção disto tudo, o prazeroso oficio de aprender ensinando.
A felicidade é o que há de mais útil na vida!
domingo, 28 de agosto de 2011
Matrix
A formação da personalidade se deve a tantas coisas... A família, amigos, colegas de trabalho e estudos. A tudo o que lemos, ouvimos, comemos. Se deve à nossa assimilação particular em relação a tudo isso (pode ser que essa assimilação seja uma questão de alma, divindade ou qualquer coisa além do nosso alcance... sei lá!).
Mas é um desafio muito grande adequar esta personalidade já formada com as personalidades alheias (já formadas ou não...).
Talvez o estresse do trabalho, o metrô lotado na ida e na volta, a perda de tempo útil, não fazer o que se ama diariamente, perdas emocionais, decepções com isto aquilo e as de mim para mim façam com que aos poucos entremos no coletivo e algo muito precioso pode acabar se perdendo... PERSONALIDADE.
O ser humano é um eterno desafio existencial e este desafio é algo visceral pra mim.
O contato com o negro, latino, alemão, gays, lésbicas, simpatizantes e não simpatizantes (rsrsrs)... etc...
Descobrir que nada disso ou destas “escolhas” têm algo relacionado a caráter, princípios de ética e amizade. Respeito!
Quando se toma a pílula azul da auto e coletiva aceitações, não há como voltar atrás.
Por mais que me puxem o tapete, não consigo deixar de crer no ser humano, na sua bondade e senso prático de convivência e respeito. Nada disso diz respeito a amor. Amor está além, muito além. Isso diz respeito a uma palavra pouco utilizada na prática: inteligência!
Acredito na inteligência do saber conviver e na consciência de que quando ajudo ao outro, ajudo a mim mesma.
Uma hora a turma acorda...
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Ufa!
Não sei, acho que não são ciclos, mas apenas um ciclo com muitas revira-voltas.
Cada passo um ser novo dentro de mim se forma, um novo Universo Particular.
Outras despedidas de novos amigos. Um novo amor...
O que é constante em mim são minhas inconstâncias.
Será que eu vou voltar? Não sei se seria volta, pois a mesma que veio não é a mesma que volta: outras perspectivas.
Vamos lá?!!
sábado, 30 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Fé em que?
Houve um tempo em que fui extremamente religiosa. Era professora de catequese e coordenadora de um grupo de jovens na Renovação Carismática Católica.
Permaneci nesta fé durante muitos anos da minha juventude, até estudar o Feudalismo...
Sai da igreja católica romana e decidi ir em todas as religiões que mais tinha preconceitos. Comecei pela Umbanda. Fiz parte de um centro durante um ano. Enquanto frequentava reuniões nesta também ia no Candomblé. Estudei ambas e acabei eliminando meus preconceitos em relação a estas. Hoje respeito muito tais religiões e/ ou seitas.
Depois destas fui para a Seicho-No-Ie. Excelente! Um respeito muito grande aos orientais e a necessidade de gratidão por si, pelos pais, antepassados e pelo todo que enfim chega-se a Deus. Massaharu Tanigushi foi um grande mestre: muito obrigada!
Juntamente com esta também ia em reuniões da linha de Kardec. Muita paz, amorosidade e respeito ao próximo. Valorização máxima ao todo e ao espírito como crença de que tudo aqui é passageiro, mas que podemos retornar e reavaliarmos nossa conduta para conseguirmos algum grau de evolução.
Depois de eliminar tamanhos preconceitos que tinha, fui algumas vezes no budismo. Confesso: não entendia nada, mas achava lindo!
Exoterismo! Neste também cai de cabeça. Estudei tudo o que estava ao alcance: Cromoterapia, Florais de Bach, Terapia Corporal, Xamanismo... etc... Fiz vários tratamentos.
Se no Kardec há possibilidade de evolução, nos estudos a respeito da Grande Fraternidade Branca tornar-se uma certeza. Os Mestres Ascensos e seus Arcanjos: perfeitos, santos e redimidos que se doam em tempo integral para que o planeta Terra evolua e enfim possamos sair desta dimensão inferior.
Elaborei 6 apostilas a respeito do tema. Cada uma falava de um Raio (se chama Raios com suas respectivas cores) para trabalhos ritualísticos na Av. Paulista. Quanto ao resto: sem comentários...
Estudei Astrologia. Hoje atendo vários tipos de Mapas Astrológicos e não avalio esta como uma ciência, nem tanto como fruto da minha fé, mas sim como algo que constato de acordo com minha observação. Existe em mim a certeza de que os Astros nos influenciam de diversas formas. Com muito prazer e amor os decodifico, tentando encontrar meu ponto de equílibrio através do auxilio profissional ao próximo.
Já fui fanática, me considerei relapsa com meus afazeres religiosos, me confessei, perdi perdão e depois me arrependi de não ter "pecado" mais e mais (rsrsrs). Acreditei em tudo e em nada. Fui cética e entrei em depressão por não conseguir acreditar. Perdi a fé em mim e a recuperei com muita força.
Hoje acredito em todas as possibilidades. Pode existir um Deus Superior que nos ama ou nos odeia. Podemos estar cercados de espiritos que querem nosso mal e por sua vez mentores e anjos que nos querem o bem, por amor ou por auto preservação mesmo. Sei lá!
Já cheguei a acreditar que seria feliz fazendo com que meu corpo fosse adubo para uma flor e reecarnasse essência de rosas ou de margaridas...
Enfim, tudo é válido, mas o que quero mesmo é continuar a acreditar em mim: sempre!!!
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Laços de Afeto
"Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... Uma fita... Dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola. Vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando... Devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah, então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!"
Mario Quintana
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domingo, 17 de abril de 2011
A arte de mudar
Este tema vem se repetindo muito, pois aconteceram muitas mudanças por opção e por falta de opção também.
O segredo é sair de cena e assistir ao Espetáculo do Interior. Ver as coisas com os olhos de quem vê e não de quem sente (e não negar mais que se sente).
Bem, nem é possível ser artista e espectador ao mesmo tempo.
No Espetáculo da Vida se pode ver muitas coisas boas em relação ao passado e o que fica na memória. Erros e acertos extremamente úteis pra o aprender a viver (não é Polianice, mas a pura verdade).
Em cada cena apresentada se percebe as amizades reais e a amargura de não se ter amigos.
Existem alguns capitulos no roteiro que falam de amor afetivo, mas este nunca houve.
Não é o caso da mocinha protagonista que foi usada ou qualquer coisa assim, mas a certeza que esta não sabe amar e desta forma acabou encontrando os seus semelhantes. Fraqueza? Medo? Covardia? Um pouco de tudo...
Percebe-se que foi feito um drama: não significou nada! De forma bem realista: não significou mesmo, nadinha de nada! Saiu do achismo e virou certeza absoluta!
E os sonhos? ...
"Gosto mesmo dos dramas, os que acabam com tragédia. Me soa mais real, pois a idéia de que tudo pode dar errado é tão cômoda" (quanta mediocridade!)
Depois de tantas tempestades não se tem nada a perder com a nutrição de que tudo já deu muito certo!
A protagonista desta história sempre foi amiga no seu máximo, estrapolando inclusive limites de sobrevivência e nutriu o máximo que pode o amor aos amigos. Por uma ordem de merecimento, eu acredito que ganhou bonus luz para ter amigos melhores e muitos mais!
Ela amou perdidamente e apaixonadamente as insanidades, a inteligência (absurda), os problemas de familia, a educação, as facetas de docilidade, a frieza, o desdém, a distância e as mãos (o tato). Mas odiou não ser amada, se desrespeitada e compreendeu que não se dá pérolas aos porcos.
Que é uma pessoa um tanto arrogante, mas com uma humildade invejável. E que pode mudar quando e como quiser.
Não sabe falar outras liguas a não ser a da Pátria Amada.
Que atualmente tem poucos amigos e estes não são cultos.
Que é uma ignorante com muito prazer, pois adora aprender.
Que não tem familia, a não ser uma mãe que ama e respeita.
Eu como espectadora, avaliei que este espetáculo tem tudo pra acabar feliz, pois os braços dela não estão cruzados e merece receber amor, pois o dá o máximo que pode e que é uma pena ter escolhido tão mal a quem doar.
Caminha junto com a frustração de não ter perdido nada a certeza de que pode ter tudo! Basta querer e continuar a lutar
Bem, não posso dar o final feliz ainda. Preciso ver primeiro no que isso vai dar!
Sotaqueando
Quando muda-se de um estado para outro nota-se como tudo é muito diferente de tudo. E pra mim que sou de São Paulo e nunca sai da Capital, as diferenças são gritantes.
Bem, aqui com certeza existem muito mais facilidades do que dificuldades.
"Quem aprende a dirigir com Fusca, consegue dirigir qualquer carro..."
Mas encontrei uma dificuldade aqui em Goiás que já me fez passar muita raiva, porém neste exato momento me faz rir. As pessoas daqui não sabem ensinar localidades. Se você é de outro estado e resolver um dia vir pra cá, cuidado ao pedir informação de como chegar em algum lugar. Ande com um guia, um mapa ou um computador com internet ok?!
Além de não saberem, eles te ensinam errado e fazem você se perder... É sério!!!
Um exemplo interessante de honestidade é quando eles dizem: não sei. Dê-se por feliz!!
Aqui nós temos uma avenida principal. Nunca chame ela pelo nome (que também não sei o nome, pois saber não funciona). Ela é conhecida como a "AVENIDA DO CORGO" (Nesta Avenida tem um CÓRREGO ao meio, que vem da represa da cidade).
Perguntei para uma cliente a respeito de um curso pré-vestibular gratuito que a prefeitura oferece aqui (aliás, aqui oferecem muitas coisas maravilhosas e gratuitas):
- Onde fica o cursinho pré-vestibular? Você pode me informar o endereço?
- O endereço? Ah, o endereço eu num sei não, mas esse cursim é muito bão!
- Ah?? (deixa pra lá!)
Bem, o mais mais é o sotaque mineiro. Um dia estávamos conversando sobre sorte e azar e a cabeleireira (um doce de criatura, de uma simplicidade impar) solta a seguinte história:
- Uma veiz liguei pra um rádio e pidi uma música. Ganhei um frango. Fiquei tão filiz que sai correndo di casa pra pegar um mototáxi (aqui não tem transporte público). Chegando lá não era nem um franguim (franguinho) era um pintim (pintinho). Mas era tão pequeninim que o dinheiro que paguei pro mototáxi dava pra comprar trêis (3) ingualzim!!! (quase morri de tanto rir)
Meu novo amigo, o cabelereiro da cidade percebeu que não ria somente da história e disse:
- Logo, logo ocê vai falá que nem nóis. Fica ai rindo viu paulista!
- Uai! Eu? Magina que vô falá assim! Pra mode quê? Cê tá doidim, doidim já!!!
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Recomeçar
"Quando fazemos mais do que podemos e mesmo assim não encontramos saídas,
Quando nos sentimos aprisionados e não conseguimos a libertação,
Quando todo caminho é estranho e confuso,
Quando não temos um momento de paz e libertação, a única explicação que encontramos é que o destino está atuando em nossas vidas. Essa é a Lei, a Grande Lei, imutável e inexorável, e diante dela devemos nos curvar e nos entregar.
Só nos resta esperar pelo resultado de tudo que pensamos, fizemos e construímos no passado.
Só nos resta nos concentrar na mudança e colaborar com o inevitável.
Todas as armadilhas que criamos dentro e fora de nós se farão insuportavelmente presentes no momento da crise.
O maior trabalho que teremos é o da mudança de consciência, mudança de foco.
Quando fazemos isso colaboramos com o inevitável.
E mesmo sem desejar, um lado obscuro em nós deverá se tornar cada vez mais evidente. Mas sabemos que para isso devemos chorar, sofrer, negar, debater, blasfemar Deus, antes de perceber que a única coisa que podemos fazer é aceitar e se entregar, além de compreender que tudo foi criado por nós.
Mas antes de se entregar, nosso orgulho e vontade serão estilhaçados.
Nesse momento devemos saber que passamos por um sofrimento necessário.
Devemos aceitar humildemente e com coragem o destino atuando em nós e em nossas vidas.
Quando entramos nessa caverna escura nos deparamos com a raiva, o ódio, o rancor, as mágoas.
A "criatura rude" surge e vem à tona nossa falta de civilidade.
Cristo é a antítese desse processo. Devemos nos ajoelhar diante do inevitável. Descobrimos nosso próprio veneno e nossa vida se corrompe completamente.
Lembramos do esquecido e enterrado, mas depois que retornamos do inferno não podemos mais olhar para trás; é necessário esquecer o sofrimento.
Devemos esquecer o preço que pagamos pelas riquezas que adquirimos para poder perdoar a vida e limpar-nos do veneno.
É necessário trazer à consciência algo que foi negado e esquecido, que esteve enterrado pela vida inteira. Mas não devemos nunca esquecer que uma vida dada em sacrifício acaba redimindo várias vidas.
Traz-se à tona o lixo que esteve durante toda vida por debaixo das flores.
Mas nesse momento não devemos reivindicar bondade ou perfeição.
Compartilhamos a violência e a escuridão da natureza.
A vida nos nega o que é tão agudamente desejado, e não é culpa de ninguém...
Mas é sempre bom lembrar que a morte e o sofrimento são nossa regeneração e redenção.
Deparamo-nos com nossos desejos e não há nada nem ninguém que possa nos redimir. Afinal, essa é a nossa justiça.
O mais difícil é que não é até quando queremos, mas até quando precisamos. Precisamos, sem dúvida, aprender a perdoar. Precisamos perdoar as ausências que sofremos.
Sabemos que ninguém pode nos resgatar desse lugar, a não ser nós mesmos. Não sabemos como, nem qual direção seguir.
Então, só nos resta entregar nosso caminho à Sorte, já que esta caminha junto à Necessidade (àquilo que precisamos passar).
Pedimos a Deus Sua ajuda e proteção e seguimos em frente.
Nos deparamos com muita sujeira ancestral e ficamos pensando todo tempo que devemos descobrir a saída.
Precisamos encontrar o caminho da liberdade.
Somente o tempo nos levará de volta à vida.
E certo é que há uma Força Maior que sabe o que precisamos.
Algo sobre nós já está escrito, algo que possui um conhecimento absoluto.
Deus? Carma? Destino? Nunca saberemos.
Devemos aprender a ouvir nossa alma com o coração.
E talvez assim, a dor e o inconformismo diminuam.
Não há nada que possamos fazer, a não ser confiar.
Beijos de Luz!"
Fátima Corga
Poltrona 38
Partida...
Perguntei pelo amor: ausência. Perguntei pela família: carência.
Partida...
Abraços com carinho à progenitora da vida.
Respondi e enviei o ultimo email: o de despedida. Retirei o lixo, entreguei as chaves e agradeci.
Fiz a pintura das paredes, arrumei as malas, entreguei a casa e parti.
Partindo-se em pedaços em busca de sonhos.
Junção de mim.
Sempre partindo e na estrada encontrando os pedaços.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Transpirando
Tantas coisas acontecendo e as dores não cessam, mas me inspiro e transpiro.
Me sinto como uma gestante que espera o nascimento de uma criança não planejada, mas já amada, enquanto visita o pai no leito de morte.
Como viver alegrias e tristezas sem perder o foco de ambos os aprendizados: estou aprendendo.
Antes achava que se amava independente de correspondências e/ ou merecimentos. Hoje percebo que não, que como qualquer outro sentimento este também pode se perder no vazio do não merecimento. O amor tem fome e se não o alimentar: morre!
Morre com a amargura, com a desilusão, com o abandono e a decepção. Renasce mágoa e para os mais inteligentes, morre de novo em forma de perdão e até que enfim vira NADA.
Até virar NADA: dilacera e mata um pouquinho a persona.
Depois disso o sorriso tem mais peso, mais gosto, mais sentido...
Decidi parar de morrer e viver.
Contagem Regressiva!!!
Uma busca desenfreada pelo novo, pelo futuro, já que o presente andou bem amargo. Deixou de ser presente, virou ilusão, algo inacessível.
Ir embora seria a melhor solução. Isso seria a melhor fuga do presente, pois se passa o tempo a imaginar quanto falta pra ir embora: meses, semanas, dias, horas... Se pensa, pois é lá que está a solução... Ilusão!
A solução é agora, o sentido de vida é agora! Que futuro terei se não sanar agora as mazelas?
Sonhos palpáveis no agora: regresso astrológico no Retorno de Saturno (escrever, atender, ensinar...), estudar e me formar. Sonhos tão verdadeiros que já tenho acesso.
Perdão! Jóia rara e libertadora. Liberta dores emocionais e físicas.
Enxaqueca minha de cada dia!!! Por favor: deixe de ser minha... rs
A poesia que se lê agora é o amor! Sem contagem, apenas vivendo. Agradecendo!
sexta-feira, 18 de março de 2011
INTRODUÇÃO I
Escrever é a arte de ficar nu mediante a compreensão de quem aprecia a leitura. Bem, nem sempre se aprecia, mas a nudez é inevitável.Facetas de mundos são muitas e nas principais há necessidade de exposição.
Como se percebe fatos, outras artes, pessoas, natureza e tudo o que cerca e através desta percepção como colocar nos teclados?
Antes deste, fiz outro Blog e acabei excluindo, pois escrevi tantas coisas ruins que não tive teclas para apertar Control C e Control V. Mas havia um texto que gostaria de pelo menos citá-lo aqui: “Feliz 2010” era seu nome. Falei a respeito de como fora o ano de 2010 pra mim. Nossa! Quantas coisas aconteceram e não foi nada fácil. Mas o mais importante a ser relatado é um fato que ainda permanece: 28 anos, Retorno de Saturno.
Questionei-me muito a respeito do que isso significa e o que este trânsito astrológico pode acarretar na vida de uma mera EU, euzinha.
Bem, foi um choque e ainda continua sendo. Pra mim foi a mais sublime revelação de mim para mim mesma. Não me compreendo ainda totalmente e pra falar a verdade, a maior compreensão que estou tendo é de que nunca isso vai acontecer: compreensão total de quem sou. Posso mudar a qualquer momento e em seguida ter outra compreensão e por ai vai-se.
Entrei no vazio de idéias e crenças e os “porqueres” me perseguiram mais do que perseguem crianças de 05 a 07 anos de idade.
Formação de minha própria crença, inclusive do que eu mesma acredito ser, mas isso também pode fugir da realidade...
Fantasiamos coisas, formatamos vidas e no fim descobrimos que não temos controle de nada.
O sentido perde-se. Sentido? Quem faz? Posso fazer!
Ai, neste exato momento de agora, estou fazendo o sentido. Estou colocando o sentido procurando ser clara e leve. Pragmatismo total, afastando complicações e vivendo somente a parte de sofrimento que me cabe deste latifúndio.
Nesta também descobri que não troco minha vida por nenhuma outra.
Felicidade? Com prazer e sofrimento sempre em busca de equilíbrio.
Viva o sempre de onde vêm os meus DEVANEIOS!!!
Obs.: Está assim, meio fora de ordem... Entende?!
