A formação da personalidade se deve a tantas coisas... A família, amigos, colegas de trabalho e estudos. A tudo o que lemos, ouvimos, comemos. Se deve à nossa assimilação particular em relação a tudo isso (pode ser que essa assimilação seja uma questão de alma, divindade ou qualquer coisa além do nosso alcance... sei lá!).
Mas é um desafio muito grande adequar esta personalidade já formada com as personalidades alheias (já formadas ou não...).
Talvez o estresse do trabalho, o metrô lotado na ida e na volta, a perda de tempo útil, não fazer o que se ama diariamente, perdas emocionais, decepções com isto aquilo e as de mim para mim façam com que aos poucos entremos no coletivo e algo muito precioso pode acabar se perdendo... PERSONALIDADE.
O ser humano é um eterno desafio existencial e este desafio é algo visceral pra mim.
O contato com o negro, latino, alemão, gays, lésbicas, simpatizantes e não simpatizantes (rsrsrs)... etc...
Descobrir que nada disso ou destas “escolhas” têm algo relacionado a caráter, princípios de ética e amizade. Respeito!
Quando se toma a pílula azul da auto e coletiva aceitações, não há como voltar atrás.
Por mais que me puxem o tapete, não consigo deixar de crer no ser humano, na sua bondade e senso prático de convivência e respeito. Nada disso diz respeito a amor. Amor está além, muito além. Isso diz respeito a uma palavra pouco utilizada na prática: inteligência!
Acredito na inteligência do saber conviver e na consciência de que quando ajudo ao outro, ajudo a mim mesma.
Uma hora a turma acorda...
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